Projeto do CCR busca através do manejo integrado sanar a incidência de ervas daninhas que trazem perdas às produções

segunda, 13 de maio de 2019.

 

O projeto “Potencial de Interferência de Plantas Daninhas em Culturas: Fitossociologia, Competitividade, Perda de Produtividade, Resistência a Herbicidas e Manejo Integrado” é coordenado pelo engenheiro agrônomo, professor Dr. André da Rosa Ulguim e tem como objetivos:

a) avaliar o efeito competitivo de plantas daninhas em culturas agrícolas com base na fitossociologia e fatores que interferem na competitividade, e determinar fatores relacionados ao manejo integrado e à resistência aos herbicidas;

Análise, preparo, cuidado e manejo do solo

b) avaliar o efeito competitivo de plantas daninhas em culturas agrícolas e determinar fatores relacionados à resistência aos herbicidas;

c) determinar a habilidade competitiva de plantas em situação de convivência. - definir os fatores que interferem na comunidade de infestantes nos cultivos agrícolas, por meio de avaliações da fitossociologia dos vegetais;

d) determinar a perda de produtividade devido à competição com diferentes populações de plantas daninhas bem como períodos diversos de competição;

e) identificar a ocorrência de resistência de plantas daninhas a herbicidas;

Análise, preparo, cuidado e manejo do solo

f) determinar práticas de manejo adequadas para o manejo da resistência a herbicidas;

O professor André justifica o projeto explicando inicialmente que vários são os fatores que interferem na produtividade da cultura, destacando-se a competição com plantas daninhas. A competição com plantas daninhas é atualmente um dos maiores limitantes à produtividade das culturas, podendo provocar prejuízos superiores a 90%, dependendo da espécie, população de plantas e duração do período competitivo. Esta competição ocorre quando ao menos um dos recursos essenciais ao seu desenvolvimento e crescimento encontra-se em quantidade limitada para atender às necessidades de todos os indivíduos presentes no meio, o que pode ocasionar perdas irreversíveis, não havendo recuperação do desenvolvimento ou da produtividade após a retirada do estresse causado pela presença das plantas daninhas. Esses efeitos podem ser expressos em alterações morfofisiológicas nas plantas, as quais comprometem o desenvolvimento de estruturas reprodutivas, refletindo na redução da produção de grãos. Portanto, as características de crescimento das plantas podem relacionar-se com a habilidade competitiva, pela capacidade de proporcionar a captura dos recursos do meio mais rapidamente.

Análise, preparo, cuidado e manejo do solo

De acordo com os preceitos do manejo integrado de plantas daninhas, o conhecimento da habilidade competitiva dessas espécies auxilia na previsão das perdas das culturas. O grau de interferência das plantas daninhas é variável e depende da intensidade da competição. Assim, os estudos sobre competição entre plantas daninhas e as culturas, visam a definição da habilidade competitiva dos indivíduos, que consequentemente irá determinar ou definir os períodos críticos de interferência. Desta forma, o conhecimento dos fatores que determinam a interferência de plantas daninhas em culturas é importante para a determinação das práticas de manejo adequadas às culturas. A escolha das práticas de manejo de plantas daninhas em culturas é decorrente da dinâmica desses organismos em culturas e das mudanças relacionadas aos métodos de manejo.

O professor Ulguim relata que a FATEC é imprescindível para a realização do projeto permitindo segurança jurídica e da gestão financeira, garantindo o foco dos participantes na geração de informações de qualidade. Assim, os resultados práticos do projeto poderão ser utilizados diretamente pelos interessados: o setor produtivo brasileiro.

Kelly Martini – MTb 137.25

Assessora de Imprensa da FATEC

Ler Notícia Completa

Projeto do CCR – UFSM oportuniza o desenvolvimento de competências e maior habilidade aos acadêmicos do curso de Agronomia

segunda, 06 de maio de 2019.

Bom dia !
Parabéns ao professor Dr. Fabrício de Araújo Pedron, do Centro de Ciências Rurais da UFSM
e a toda a sua equipe, pelo desenvolvimento deste projeto que ,
através da organização e participação em eventos técnicos e científicos,
oportuniza aos acadêmicos do Curso de Agronomia
 o desenvolvimento de competências e maior habilidade.
Esta matéria pode ser vista também na nossa página no facebook:
https://www.facebook.com/FATECSM/.
Uma boa semana a todos !
Adalberto Meller
Secret. Exec. FATEC

Projeto do CCR – UFSM oportuniza o desenvolvimento de competências e maior habilidade aos acadêmicos do curso de Agronomia através da organização e participação em eventos técnicos e científicos

O projeto “EVENTOS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS AGRONÔMICOS” é desenvolvido pelo Engenheiro Agrônomo, professor Dr. Fabrício de Araújo Pedron, do Centro de Ciências Rurais da UFSM e tem como objetivos:

- dar o suporte institucional necessário à realização de eventos técnico-científicos relacionados à área agronômica, promovidos pelo grupo PET Agronomia da UFSM, vinculando essas atividades a FATEC – UFSM;

- contribuir com a formação acadêmica dos alunos e desenvolvimento rural regional por meio de eventos técnicos que divulguem novos conhecimentos ou a consolidação de conhecimentos estabelecidos;

- permitir o desenvolvimento de habilidades e competências nos bolsistas PET Agronomia por meio do desafio de propor, planejar e executar eventos diversos voltados à temática agronômica;

- discutir e difundir o conhecimento de técnicas e estratégias que auxiliem na produção sustentável e que maximizem os rendimentos das atividades agronômicas;

- promover a integração entre os participantes das atividades a fim de facilitar a troca de informações e de experiências.
 

Grupo PET em visita à escolas de Casca, RS para divulgação do ensino superior na UFSM

A justificativa do projeto se fundamenta no Programa de Educação Tutorial – PET, programa nacional criado em 1979 com o objetivo de oportunizar aos seus participantes uma formação mais abrangente e integrada. Na atualidade está vinculado a SESU/MEC, programa gerido pelas pró-reitorias de graduação das instituições participantes, por meio de uma interlocução entre os grupos PET e a SESU/MEC. O programa visa estabelecer condições para a realização de atividades extracurriculares que contribuam no desenvolvimento da qualidade acadêmica dos cursos e dos acadêmicos participantes, por meio de experiências não presentes em estruturas curriculares convencionais.
 

Competição Agronômica realizada pelo PET Agronomia

A intenção do MEC com os grupos PET é criar suporte para a melhoria da qualidade dos cursos de graduação por meio de atividades desenvolvidas pelos próprios acadêmicos. Neste sentido o PET busca oferecer uma formação acadêmica de excelência (crítica e cidadã) aos seus participantes diretos e indiretos e, ao mesmo tempo, inovar com o desenvolvimento de novas práticas e experiências pedagógicas, por meio de atividades coletivas, de caráter interdisciplinar, que integrem o ensino, a pesquisa e a extensão. Sendo assim os grupos PET trabalham para o desenvolvimento individual por meio de atividades coletivas. Estas atividades contribuem para o despertar científico, social e ambiental, fortalecendo a visão integrada dos acadêmicos, principalmente em relação a realidade local e global. Estas transformações pessoais e coletivas acontecem por meio de atividades diversas e atrativas, as quais objetivam agregar experiências aos organizadores e ao público alvo. Dentre as atividades desenvolvidas pelos grupos PET destacam-se os simpósios, os seminários, os cursos e mini-cursos, as visitas técnicas, as discussões temáticas, as redações de textos acadêmicos e jornalísticos, as pesquisas e diversas ações de extensão junto à comunidade. As transformações recorrentes apresentam os alunos como protagonistas, desde o seu pensar, planejar, até a sua execução. Estas atividades são desenvolvidas com o apoio estrutural, financeiro e técnico da própria instituição de ensino. O PET Agronomia desenvolve atividades de pesquisa, ensino e extensão que são importantes para a comunidade acadêmica da UFSM e para a comunidade externa. Diversos eventos técnico-científicos como os dias de campo, cursos e minicursos temáticos e o simpósio de atualização em grandes culturas realizadas anualmente, tem impacto significativo para os estudantes, técnicos e agricultores da região. Estes eventos contribuem com a formação dos estudantes e atualização de profissionais e agricultores, permitindo uma integração importante entre estes públicos, principalmente, marcada pela troca de experiências. A organização e realização destes eventos demandam estrutura logística e de gestão de recursos que precisam estar amparadas pela legislação aplicada aos projetos institucionais.
 

Simpósio - Grupo PET Agronomia realiza todo ano um simpósio de atualização em grandes culturas (ano de 2017) com o tema: Culturas de Inverno - professor Fabrício Pedron e seus alunos  

Para a viabilização dos eventos propostos é comum a cobrança de taxas de inscrições, as quais são direcionadas para a manutenção da estrutura do evento. Nestes casos estes recursos precisam ser gerenciados via Fundação. Desta forma a parceria que a FATEC possui junto ao projeto é de ter viabilizado a realização de todas as atividades de maneira profissional, segura e ágil, explica o coordenador Fabrício.

Kelly Martini – MTb 137.25
Assessora de Imprensa da FATEC

Ler Notícia Completa
Ler Todas Notícias