FATEC - O Laboratório de Microbiologia da UFSM - FATEC presta serviço com controle de qualidade

O Laboratório de Microbiologia da UFSM - FATEC presta serviço com controle de qualidade

Postado em 05/11/2014.

O Coordenador do Laboratório de Microbiologia da UFSM, o professor Dr. Geder Paulo Herrmann do Centro de Ciências da Saúde (CCS) trabalha no controle de qualidade do leite bovino, controlando a qualidade do leite, sem esquecer das normas de qualidade em conformidade com as demandas internacionais. De acordo com o professor Geder são três as metodologias desenvolvida no Laboratório:

- Diagnosticar a Brucelose Bovina;

- Diagnosticar a Brucelose Ovina;

- Monitoramento de Brucelose Equina com destino à exportação;

O Laboratório recebe a colaboração das bolsistas Vanessa Osmari do Curso de Medicina Veterinária e Aline Xarão do Curso de Engenharia de Produção, que auxiliam no manejo à saúde dos animais em propriedades agrícolas sob técnicas recomendadas pelo Ministério da Agricultura, da polarização fluorescente e de técnicas moleculares em tempo real, realizadas através de visitas nas propriedades. As amostras retiradas dos animais são analisadas em laboratório por médicos veterinários habilitados pelo Programa Nacional de Controle de Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT).

No Laboratório de Microbiologia a pesquisa teve início em 2013, que atende à demanda de pólos tecnológicos, ambientes industriais que concentram recursos humanos, laboratórios e equipamentos. Criando novos processos, produtos e serviços industriais, está inserido e atua na região central e fronteiriça, respalda o Programa de Sanidade Animal, ainda que, em fase final de implantação da Norma ISO 17025, estabelece os critérios gerais para os laboratórios que desejam demonstrar competência técnica, que possuam sistema de qualidade efetivo e que sejam capazes de produzir resultados válidos tecnicamente.

Entre outras demandas o Laboratório trata da brucelose, doença crônica que tem como causa bactérias do gênero Brucella, que são transmitidas pelos laticínios não pasteurizados ou pelo contato com animais ou carne infectada, realizado em bovinos, equinos e ovinos. Analisadas as amostras a partir dos resultados obtidos, os veterinários do serviço de defesa estadual tomam medidas de saneamento e controle da doença.

Com a verificação do soro dos equinos são certificados os animais aptos à exportação e os que serão abatidos e exportados para a África do Sul, Bélgica, China, Holanda, França, Itália, Japão e Rússia. O professor Geder comenta que apesar da pouca demanda do consumo de carne de cavalo, o mais importante, é saber respeitar os hábitos alimentares dos diferentes paladares do Brasil.

 

Fonte e foto: Notícias UFSM

Kelly Martini

MTb 137.25

Assessora de Imprensa FATEC




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